Meta quietly launched a new AI-driven gaming application called Pocket on June 29, 2026, across the iOS App Store and Google Play, giving users in Brazil an experimental tool to create and share interactive mini-games using text prompts.
How Meta’s New Vibe-Coded Platform Works
Developed following Meta’s earlier acquisition of the team behind the vibe-coded gaming platform Gizmo, Pocket functions as a dedicated ecosystem for generating and discovering bite-sized interactive software. Self-described as “a creative platform for making and sharing gizmos,” the app enables users to turn written AI prompts into playable software experiences. Beyond creation tools, Pocket incorporates a scrollable discovery feed where users can browse and instantly play experiences generated by others.
Visuals from the app’s screenshots in Google Play reveal striking similarities to Gizmo’s original software, which is still listed on app marketplaces. Both products center on prompt-based generation mechanics paired with a social discovery feed.
Discovery and Experimental Testing in Brazil
Reverse engineer Alessandro Paluzzi first uncovered the app’s existence, sharing a Play Store screenshot on X. Market tracking from app intelligence platform Appfigures reveals that Pocket officially published on June 29, 2026. Due to its recent entry, download estimates remain unconfirmed.
Following Paluzzi’s initial post, publications including Business Insider and Investing.com verified the listing. Meta has not issued a statement regarding the release. Data indicates Pocket is currently restricted to a soft launch in Brazil, suggesting an active testing phase before any potential global rollout.
Integration Into Meta’s Generative AI Ecosystem
Pocket marks Meta’s latest attempt to integrate user-facing generative AI tools directly into consumer products. This strategy builds on earlier releases, including image generation in Meta AI, text-to-video capabilities in Vibes, and advanced creator features inside the video editing software Edits.
Image Credits:Meta
Gizmo’s Market Performance Prior to Acquisition
The core technology driving Pocket has proven user interest. According to Appfigures, the standalone Gizmo app accumulated 635,000 lifetime downloads across iOS and Android platforms, maintaining a 98% positive sentiment rating prior to its acquisition by Meta.
A Lenovo lançou recentemente no mercado global o desktop gamer Legion Tower 7i Gen 10 (modelo 34IAS10), projetado para entregar altíssimo desempenho em resoluções 4K ao equipar o processador Intel Core Ultra 9 285K e a placa de vídeo Nvidia GeForce RTX 5080. O sistema se consolida como uma opção robusta e silenciosa para entusiastas, embora enfrente desafios com precificação instável e gargalos de armazenamento que exigem atenção dos compradores.
Prós e Contras
Prós: Excelente desempenho geral; design elegante e moderno; poder bruto para jogos em 4K; funcionamento extremamente silencioso.
Contras: Estrutura de preços confusa e flutuante; velocidades de armazenamento abaixo da média; proteção contra poeira ineficiente.
Especificações Técnicas da Unidade Testada
Preço analisado
US$ 4.749
Dimensões
Gabinete de 42 litros (478 x 211 x 415 mm)
Placa-mãe
Lenovo Z890 ATX
Processador (CPU)
Intel Core Ultra 9 285K (3.7GHz)
Memória RAM
64GB DDR5-5600
Placa de vídeo (GPU)
Nvidia GeForce RTX 5080
Armazenamento
2x SSD NVMe M.2 PCIe Gen 4 de 1TB (WD SN740)
Conectividade sem fio
Intel Wi-Fi 6E AX211 802.11AX, Bluetooth 5.3
Rede cabeada
Ethernet 2.5GbE
Conexões
USB 3.2 Gen 1 Type-A (2 traseiras, 4 traseiras), USB 2.0 Type-A (2 frontais, 1 traseira), USB 3.2 Gen 2 Type-A (1 traseira), Thunderbolt 4 (1 traseira), P2 3.5mm (1 frontal, 5 traseiras), SPDIF, HDMI 2.1 (1 na placa-mãe, 1 na GPU), DisplayPort 1.4a (1 na placa-mãe, 3 na GPU)
Sistema Operacional
Windows 11 Home
Política de Preços Confusa e Flutuações de Mercado
A estratégia da Lenovo para a definição de preços continua sendo um ponto complexo para os consumidores. O modelo testado possui 64GB de RAM, mas a versão comercializada diretamente pela fabricante traz 32GB por um preço base em torno de US$ 4.550. No entanto, a empresa frequentemente aplica descontos temporários e exibe variações em seu valor estimado, o que torna o preço final instável.
A presença do sistema em varejistas como Amazon e Best Buy adiciona mais camadas de variação, exigindo monitoramento constante antes de efetuar a compra. Atualmente, as configurações da linha começam em US$ 3.770 — um aumento impulsionado pela escassez global de RAM, SSDs e GPUs. Essa versão de entrada combina o Intel Core Ultra 7 285K com a RTX 5070 Ti, enquanto o modelo topo de linha com RTX 5090 e fonte de 1.200W chega a custar US$ 6.900.
Desempenho em Jogos 4K e Comparativo de CPUs
O Legion Tower 7i Gen 10 entrega taxas de quadros elevadas na maioria dos cenários exigentes. Nos testes com o Geekbench 6 e Cinebench R24, o Intel Core Ultra 9 285K apresentou resultados no mesmo nível do AMD Ryzen 9 9950X3D. O sistema de resfriamento líquido de 360 mm manteve as temperaturas sob controle sem gerar ruído excessivo, operando como um zumbido discreto mesmo sob carga máxima.
Em jogos na resolução 4K, a GeForce RTX 5080 demonstrou força. Em Shadow of the Tomb Raider (configuração no máximo, sem DLSS), o sistema alcançou média de 154 fps. Em Guardians of the Galaxy em 4K High, registrou 178 fps.
Apesar da potência bruta, o processador Intel apresenta desvantagens em resoluções mais baixas quando comparado aos chips da AMD equipados com 3D V-Cache. Em testes a 1080p, computadores concorrentes equipados com o AMD Ryzen 7 9800X3D superaram a máquina da Lenovo em taxa de quadros por segundo. Para jogadores focados em eSports que buscam a maior taxa de atualização possível, a plataforma AMD se mostra mais vantajosa.
Armazenamento com Desempenho Limitado
O ponto fraco da configuração montada pela Lenovo está no armazenamento. Os dois SSDs Western Digital SN740 instalados atingiram apenas 1.819 pontos no benchmark 3DMark Storage. No CrystalDiskMark 9, as velocidades foram de 5.278 MB/s para leitura e 4.874 MB/s para escrita.
Esses números ficam abaixo das capacidades do barramento PCIe 4.0 x4 e passam longe do limite suportado pelo slot PCIe 5.0 da placa-mãe. Como ponto positivo, a Lenovo deixou o slot PCIe 5.0 primário desocupado, permitindo que o usuário instale uma unidade de altíssimo desempenho por conta própria.
Design, Iluminação e Falhas de Filtragem
Esteticamente, o gabinete mantém a identidade visual da geração anterior, utilizando pintura cinza-escuro e uma grade frontal tridimensional. A principal mudança funcional no painel frontal foi a substituição de uma das quatro portas USB-A por uma conexão USB-C.
O problema estrutural mais grave reside na ausência de filtros de poeira eficientes. As aberturas frontais e superiores permitem a entrada direta de partículas finas. Esse fluxo de ar empurra poeira diretamente para as aletas do radiador de 360 mm, o que pode comprometer o arrefecimento a longo prazo e exigir manutenções frequentes.
A iluminação RGB é um ponto alto do projeto, com sincronização entre o logotipo frontal, as seis ventoinhas do gabinete, o bloco do water cooler e a placa de vídeo. Por outro lado, os módulos de memória RAM vêm sem dissipadores de calor, o que destoa ligeiramente do visual premium interno.
Expansibilidade Interna e Conectividade
A capacidade de upgrades no Legion Tower 7i é moderada. A placa-mãe oferece dois slots de memória RAM livres e suporte para unidades SATA de 2,5 e 3,5 polegadas. No entanto, o espaço interno atrás da placa-mãe e ao redor da fonte de alimentação de 850W (80 Plus Gold) é extremamente reduzido, dificultando a passagem e organização de novos cabos.
O slot PCIe x16 adicional fica muito próximo dos coolers da placa de vídeo, bloqueando a instalação de placas de expansão mais espessas. O lado positivo fica para as conexões: o painel traseiro conta com porta Thunderbolt 4, placa de rede 2.5GbE e suporte a Wi-Fi 6E com antenas integradas ao design do chassis.
Sony Interactive Entertainment officially announced on Wednesday that it will permanently stop manufacturing physical game discs for all new PlayStation titles starting in January 2028, transitioning its global software distribution entirely to a digital-only framework as player preferences rapidly evolve.
Under this new operational mandate, every title published after the January 2028 deadline will be distributed exclusively through digital storefronts, including the official PlayStation Store and authorized third-party digital retailers. PlayStation games released prior to the cutoff date will remain unaffected and will continue to be distributed on physical media.
A Shift Driven by Player Demand and Digital Sales Data
While physical media has served as a cornerstone of console gaming culture for decades, Sony stated that the decision directly mirrors established purchasing habits across its user base.
“This is a natural direction for Sony Interactive Entertainment to adapt to consumer trends as the general preference for digital media significantly outpaces physical discs. This transition will enable us to align more closely with how most of our community prefers to access and play games today,” the company stated in its official press release.
Financial metrics support the strategic pivot. According to Sony’s official financial results for the fourth quarter of fiscal year 2025, digital downloads accounted for 85% of all full-game software sales across the PlayStation 4 and PlayStation 5 platforms, leaving physical software with just a 15% market share.
Retail Impact and the Collector Backlash
The continuous decline in physical media consumption has disrupted traditional brick-and-mortar storefronts. Specialized gaming retailers have suffered significant contraction as consumers increasingly purchase software online. Brick-and-mortar giant GameStop has closed more than 1,300 retail locations over the past two fiscal years alone.
This industry-wide push toward digital-only media continues to spark debate among physical game collectors. The decision follows recent backlash surrounding Grand Theft Auto 6, where fans expressed frustration after learning that the game’s boxed physical release would contain a digital download code rather than a physical optical disc.
Legacy Console Store Shutdowns: PS3 and PS Vita
Alongside its long-term hardware strategy, Sony revealed plans to begin sunsetting legacy digital infrastructure. The company will terminate PlayStation Store operations for the PlayStation 3 in select regional markets later this year, preceding a complete global store shutdown for both the PS3 and PlayStation Vita platforms next year.
Once these storefronts shut down, users will no longer be able to purchase new digital software or downloadable content on those systems. However, Sony confirmed that players will retain access to redownload and play previously purchased software for the foreseeable future.
A Microsoft ocultou a opção de Hibernar do menu principal do Windows 11 para preservar a vida útil dos SSDs e priorizar a inicialização rápida via Modo Suspensão. Embora a função continue disponível nas configurações avançadas do sistema operacional, a mudança pegou de surpresa usuários acostumados a pausar o uso do computador sem fechar seus programas.
A hibernação funciona como uma pausa profunda para o seu computador.
Wirestock/Getty Images
O desaparecimento silencioso da hibernação no Windows 11
Para quem utiliza o ecossistema PC há mais tempo, a opção de Hibernar sempre foi um pilar do menu de desligamento, ao lado de Reiniciar, Suspender e Desligar. O recurso permitia economizar energia sem perder o trabalho em andamento e sem precisar encerrar a sessão do sistema.
Contudo, à medida que o Windows 11 se consolida como a versão mais utilizada do software e a maioria dos notebooks modernos adota unidades de estado sólido (SSDs), a hibernação foi removida da interface padrão. O recurso permanece ativo no Windows 11 e pode ser reativado no Painel de Controle de Energia, mas não aparece mais nativamente no Menu Iniciar.
“Diferente dos discos rígidos mecânicos antigos (HDDs), que teoricamente suportavam gravações infinitas, a memória NAND flash possui uma vida útil limitada, pois cada operação de escrita degrada a camada de óxido que retém os elétrons em cada célula”, explicou Mathur.
O recurso de hibernação continua acessível nas configurações do Windows 11, mas foi removido das opções padrão do Menu Iniciar para muitos usuários.
Omar Gallaga/CNET
Diferenças técnicas entre Suspender e Hibernar
No Modo Suspensão, o sistema salva o estado atual do computador na memória RAM e mantém o equipamento em um estado de baixo consumo de energia, capaz de rodar tarefas secundárias. Já no modo Hibernar, o Windows grava todo o conteúdo da memória em um arquivo no SSD, desligando a máquina completamente logo em seguida.
A teoria apresentada indica que esse processo frequente de gravação massiva de dados no SSD pode levar ao desgaste precoce do componente. Esse fator gera preocupação devido ao alto custo de substituição de uma unidade de armazenamento moderna.
Microsoft esclarece a permanência do recurso
“Não temos planos de remover o suporte ao modo Hibernar”, afirmou um porta-voz da Microsoft ao veículo CNET.
A empresa argumenta que a opção segue útil para períodos longos sem uso, por não consumir energia elétrica. Por outro lado, a suspensão tradicional permite ao sistema realizar rotinas de manutenção ou aplicar atualizações do Windows, além de garantir um retorno quase instantâneo às atividades.
Segundo a Microsoft, computadores operando em modo de suspensão “possuem tempos de religamento significativamente mais rápidos e melhor suporte para funções de ativação automática”.
Otimização de gravação e mitigação de desgaste
Embora confirme que a gravação contínua afeta o componente, a desenvolvedora garante que implementou tecnologias para mitigar os impactos no hardware.
“A hibernação exige a gravação de dados no SSD, o que pode resultar em desgaste ao longo do tempo”, explicou o representante. “Para reduzir esse efeito, o Windows minimiza a degradação salvando apenas a porção da memória que está em uso no momento, compactando os dados antes de gravá-los no disco.”
Essas otimizações reduzem substancialmente o volume de dados transferidos para o armazenamento em rotinas convencionais. A empresa reforça que o desgaste não será um problema para a maioria dos usuários, mantendo a Suspensão como experiência padrão e a Hibernação disponível para quem preferir ativá-la manualmente.
A Amazon cortou o preço do monitor Dell 27 Plus 4K (S2725QS) para US$ 218 nesta semana, oferecendo uma economia de US$ 82 sobre o valor original de US$ 300 em uma promoção especial antes do feriado de 4 de Julho nos Estados Unidos.
Dell/CNET
Especificações técnicas do monitor Dell 27 Plus 4K
O modelo Dell 27 Plus oferece resolução Ultra HD de 3.840×2.160 pixels, uma taxa de contraste de 1.500:1 e cobertura de 99% do espectro de cores sRGB. O painel atende tanto a rotinas profissionais de alta precisão visual quanto a momentos de lazer.
Para fluxos de trabalho dinâmicos e sessões de jogos, o equipamento conta com suporte à tecnologia AMD FreeSync Premium, taxa de atualização de até 120Hz e tempo de resposta de apenas 0,03 ms, especificações que reduzem o atraso de entrada e evitam descontinuidade de quadros.
O monitor integra alto-falantes embutidos e duas conexões HDMI, garantindo compatibilidade direta com múltiplos sistemas operacionais, incluindo ecossistemas Mac e Windows. O dispositivo possui ainda tecnologia de redução de emissão de luz azul para níveis abaixo de 35%, o que previne o cansaço visual em longos períodos de uso sem distorcer a fidelidade cromática.
Alternativa gamer: Alienware de 32 polegadas em promoção
Para quem busca uma tela maior focada em jogos em vez da resolução 4K, o monitor gamer Alienware de 32 polegadas (AW3225DM) está com preço reduzido no site da Dell. O modelo teve um desconto de US$ 80 e sai por US$ 220. O equipamento traz tela curva, resolução QHD (2.560×1.440) e taxa de atualização de 180Hz.
A Amazon reduziu o preço do teclado Apple Magic Keyboard USB-C com teclas brancas para o menor valor já registrado, caindo para apenas US$ 144 nesta semana. A oferta especial concede um abatimento de US$ 35 sobre o preço padrão de US$ 179, estabelecendo um novo recorde histórico de menor valor. Promoções em produtos da Maçã são raras no varejo, especialmente após os recentes comunicados da fabricante sobre reajustes gerais de preços.
Aplicação do desconto no carrinho e variações
A mecânica da promoção exige atenção durante a compra: o acessório aparece cotado por US$ 156 na página do produto, mas recebe um desconto adicional de US$ 12 diretamente no checkout, consolidando o valor de US$ 144. Para os usuários que preferem a versão com teclas pretas, o modelo também se encontra em oferta, saindo por US$ 188 — um desconto mais modesto, de US$ 11.
Apple USB-C Magic Keyboard: US$ 144 (preço original: US$ 179)
O modelo em promoção inclui teclado numérico, teclas de perfil baixo e o sensor biológico Touch ID. A disposição estendida garante acesso rápido a todas as funções de controle em computadores de mesa, notebooks e iPads. O dispositivo opera sem fios e vem acompanhado de um cabo trançado de USB-C para recarga.
A autonomia de energia atinge até um mês de uso contínuo por carga. O formato ultrafino foi desenhado para manter o conforto tátil em períodos prolongados de digitação. Outras variantes da linha também registram cortes de preço menores, como a edição sem Touch ID e sem teclado numérico, vendida por US$ 86 (anteriormente US$ 99).
A política comercial da Apple raramente prevê reduções diretas nos preços de tabela de seus periféricos. Plataformas como a Amazon surgem como a alternativa principal para obter equipamentos oficiais com desconto, tornando a margem de US$ 35 de economia um atrativo relevante para quem busca renovar os componentes do ecossistema Mac.
A e-commerce Woot lançou uma liquidação especial oferecendo 10% de desconto adicional em MacBooks, iPads e acessórios da Apple até às 23h58 (CT) do dia 5 de agosto, contrapondo os recentes aumentos de preços anunciados pela própria fabricante.
Como garantir o desconto extra na compra de dispositivos Apple
Para obter o abatimento adicional nas compras de notebooks, tablets e acessórios (sejam novos ou recondicionados), é necessário inspecionar o carrinho e inserir o cupom APPLETEN no checkout.
A ação promocional se encerra impreterivelmente às 23h58 CT do dia 5 de agosto. Diante do recente reajuste de preços aplicado pela Apple em suas linhas de dispositivos mais recentes, a oportunidade surge como uma alternativa viável para renovar equipamentos com custos reduzidos.
Economize em notebooks, tablets e mais
Dispositivos Apple novos e recondicionados no Woot
Principais destaques em oferta na categoria de MacBooks
Para quem busca um computador portátil, o MacBook Air de 13 polegadas equipado com chip M1, 8 GB de memória RAM e SSD de 256 GB está anunciado por US$ 689, acumulando um desconto inicial de US$ 210 em relação ao preço de lista. Ao utilizar o código promocional APPLETEN na finalização da compra, o valor cai mais US$ 69, chegando ao preço final de US$ 620.
Caso o objetivo seja adquirir um laptop mais acessível mantendo o ecossistema da marca, o MacBook Pro de 2017 recondicionado (com 8 GB de RAM e 256 GB de SSD) custa US$ 160 originalmente na loja. Com a aplicação do código, o valor final cai para apenas US$ 144.
Descontos em iPads e acessórios oficiais
Entre os tablets, o iPad Pro de 11 polegadas com processador M5 (versão recondicionada) aparece com abatimento inicial de US$ 349, comercializado a US$ 1.050. Com a dedução adicional de 10% do cupom, o preço reduz em mais US$ 105, alcançando o valor fixo de US$ 945.
A linha de periféricos também integra a liquidação. O Magic Mouse 2 recondicionado sai por US$ 36 com a aplicação do cupom. Estão disponíveis ainda opções de pulseiras para Apple Watch e variados complementos. Cabe pontuar que a maior parte do catálogo promocional é composta por itens restaurados, com quantidade restrita de unidades lacradas. Como o volume de vendas costuma ser alto durante as ofertas da plataforma, o estoque tende a se esgotar antes do prazo estipulado.
Para quem prefere investir exclusivamente em dispositivos novos e de última geração, vale acompanhar o monitoramento de ofertas do mercado para encontrar reduções de preço em modelos recentes de MacBooks e iPads.
Big Tech continua repassando a conta para os consumidores.
Igor Golovniov/SOPA Images/Getty Images e CNET
A Apple aumentou drasticamente os preços de Macs, iPads, Vision Pro e outros dispositivos em até 30% nesta última quinta-feira, impulsionada pela crise global de chips de memória provocada pela expansão da inteligência artificial. Na semana anterior, em uma entrevista exclusiva ao Wall Street Journal, o ex-CEO da empresa, Tim Cook, havia alertado que os reajustes seriam “inevitáveis”, sinalizando que a companhia tentaria usar seu balanço financeiro para conter a situação. No entanto, o repasse de custos ao consumidor final foi imediato.
A reestruturação de tabela atingiu em cheio grande parte do portfólio da gigante de Cupertino. Modelos de entrada, como o MacBook Neo, e dispositivos recondicionados sofreram reajustes que variam de 15% a mais de 30%, além das linhas do Mac, iPad, Vision Pro, HomePod e Apple TV. Apenas os iPhones e AirPods foram poupados dessa rodada de aumentos.
Entenda a ‘chipflação’ movida pelos data centers de IA
O encarecimento das memórias DRAM — responsáveis pelo armazenamento temporário em smartphones e computadores — e NAND flash, utilizadas para armazenamento de longo prazo, destruiu qualquer perspectiva de que a fabricante conseguiria blindar o público contra o gargalo do setor. Trata-se de um movimento generalizado que já afetou outras gigantes do setor de eletrônicos de consumo.
Empresas como Microsoft, Motorola e Samsung também justificaram a elevação em seus preços pelo encarecimento dos componentes. O principal fator por trás dessa escassez é a alta demanda dos data centers focados em inteligência artificial, que consomem grandes volumes de memória de alta largura de banda para processar cargas de trabalho cada vez mais complexas.
“O crescimento sem precedentes da infraestrutura de IA alterou a cadeia de suprimentos de semicondutores, gerando uma demanda insaciável”, explicou Neil Shah, vice-presidente de pesquisa da consultoria Counterpoint. “A situação não deve melhorar, pelo menos nos próximos dois anos.”
Lucros bilionários e a insatisfação dos consumidores
Após absorver por meses o custo dos componentes de memória e armazenamento, cujos valores quadruplicaram desde 2025, a Apple declarou que não consegue mais arcar com esse encargo. “Nunca vimos o preço de um componente subir tanto, tão rápido”, disse um porta-voz da empresa em declaração por e-mail.
Por outro lado, a decisão gerou forte reação entre os consumidores. A revolta decorre do fato de que as grandes empresas de tecnologia acumulam reservas financeiras históricas e registram margens de lucro consistentes, enquanto o público geral enfrenta o impacto da inflação no custo de vida diário, incluindo gastos com alimentação, moradia e energia.
Em termos de avaliação de mercado, o grupo das chamadas “Seven Magníficas” — composto por Apple, Microsoft, Alphabet (Google), Amazon, Nvidia, Meta e Tesla — mantém valorizações recordes. A Nvidia atingiu o patamar de empresa mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 4,7 trilhões. A oferta pública de ações da SpaceX, integrando a xAI, elevou temporariamente a fortuna de Elon Musk para a casa do trilhão de dólares, enquanto desenvolvedoras de IA como OpenAI e Anthropic captaram bilhões em investimentos.
Mesmo sem ter investido de forma agressiva em infraestrutura própria de IA no início da corrida, a Apple registrou um lucro líquido de US$ 112 bilhões em 2025. No segundo trimestre de 2026, a companhia apresentou um crescimento de 17% em suas receitas, superando as estimativas de Wall Street.
No entanto, a narrativa do mercado financeiro sobre a viabilidade dos investimentos maciços em inteligência artificial começa a mudar. À medida que as corporações gastam trilhões de dólares na construção de servidores e recorrem ao mercado de dívida para financiar essas operações, cresce o ceticismo de investidores que exigem retornos práticos sobre esses investimentos.
Decisão estratégica ou inevitabilidade econômica?
Embora o encarecimento do silício seja um fato, a transferência integral desse custo para os clientes finais permanece como uma opção comercial. Historicamente, as margens de lucro elevadas da Apple permitiram que a empresa suportasse flutuações de mercado e rupturas na cadeia de suprimentos de forma mais eficiente do que seus concorrentes, como ocorreu durante as oscilações da pandemia e o pico inflacionário posterior.
Anshel Sag, analista da Moor Insights, aponta que a empresa segurou o reajuste o máximo que pôde para manter vantagem competitiva temporária, mas esgotou suas opções organizacionais.
“Estamos há quase um ano enfrentando a escassez de memória. Todas as tentativas de estocar estoques ou antecipar aumentos foram exauridas, forçando a elevação dos preços”, declarou Sag.
A questão central levantada por críticos é se a fabricante não poderia ter absorvido uma redução temporária em sua margem de lucro líquido — atualmente em 27%, segundo dados da Macrotrends. Em publicação no X, o senador norte-americano Bernie Sanders criticou publicamente a postura de Tim Cook, lembrando que a empresa destinou US$ 310 bilhões para recompra de ações, prática que valoriza os papéis no mercado financeiro.
“Esses aumentos de preços não são inevitáveis. Eles são inaceitáveis”, afirmou Sanders na rede social.
Corporate greed is Tim Cook, the billionaire Apple CEO, claiming that hiking prices on Apple products by over $200 is "unavoidable" after it made $112 billion in profits last year & spent $310 billion on stock buybacks.
A pressão da IA sobre a cadeia de suprimentos comercial
Nos últimos meses, gigantes como Google, Microsoft, Meta e Amazon realizaram aportes financeiros expressivos para garantir o fornecimento de componentes destinados a modelos de linguagem (LLMs) e ferramentas gerativas. Essa competição no atacado inflacionou os custos operacionais de toda a indústria de tecnologia.
A Apple buscou um caminho alternativo para integrar inteligência artificial em seu ecossistema sem erguer do zero grandes data centers próprios. A empresa fechou parceria para utilizar o modelo Google Gemini na reformulação da assistente Siri e ampliou o Apple Intelligence, anunciado em seu evento anual para desenvolvedores (WWDC), sustentado pela estrutura Private Cloud Compute.
Ainda assim, a estratégia não evitou o desgaste logístico. Conforme o Wall Street Journal, a gigante perdeu parte do seu poder histórico de barganha com os fornecedores de chips, que priorizaram contratos voltados ao setor de infraestrutura de IA.
Embora Cook tenha sugerido a utilização de reservas de caixa para conter os repasses aos clientes, a promessa não se concretizou na nova tabela de preços. Para a maioria dos consumidores, a percepção é de estar subsidiando os altos investimentos em IA da indústria de tecnologia, mesmo sem ter demandado tais recursos nos aparelhos pessoais.
Pesquisa conduzida pela CNET indica que apenas 11% dos proprietários de smartphones consideram trocar de aparelho motivados exclusivamente por novos recursos de inteligência artificial, o que evidencia um descompasso entre o foco das empresas e a prioridade dos compradores.
O impacto das altas no mercado e a força do ecossistema
Os reajustes superam a simples variação do valor das matérias-primas. Um exemplo é o notebook de entrada MacBook Neo, focado no público estudantil, que teve seu valor elevado em US$ 100 poucos meses após o lançamento, sem que houvesse atualizações de hardware ou melhorias técnicas no produto.
A decisão de aumentar preços provocou reações imediatas em Wall Street. Logo após o anúncio da nova tabela, as ações da Apple recuaram mais de 6% no pregão, registrando o seu pior desempenho diário em mais de um ano.
Apesar da volatilidade, analistas do setor financeiro e de tecnologia avaliam que o volume total de vendas não sofrerá quedas drásticas no longo prazo. Segundo Francisco Jeronimo, vice-presidente de dispositivos para clientes da consultoria IDC, a base de clientes da empresa comporta um perfil de consumo distinto do restante do mercado.
“Enquanto uma alta de preço pode fazer o comprador de um smartphone Android intermediário adiar a compra ou migrar para uma marca mais barata, o cliente típico da Apple tende a absorver o reajuste”, pontuou Jeronimo.
Essa retenção está diretamente atrelada à integração entre os dispositivos da marca. A dependência do ecossistema que conecta iPhone, Apple Watch, AirPods e Mac torna a transição para outras marcas um processo custoso para o usuário, fator que garante à empresa uma posição de forte controle sobre sua precificação global.
The HP Envy x360 13 from 2020, running Windows 10, was released the year preceding Windows 11’s launch.
Josh Goldman/CNET
A Microsoft confirmou a extensão do seu programa de Atualizações de Segurança Estendidas (ESU) para o Windows 10 até 14 de outubro de 2027, dando um alívio crucial para milhões de usuários em todo o mundo. A decisão altera o prazo limite anterior, previsto para outubro deste ano, garantindo que computadores com o sistema operacional continuem protegidos contra vulnerabilidades e ameaças cibernéticas por mais tempo.
Mudança silenciosa nas páginas de suporte da Microsoft
Em nota enviada por e-mail, a empresa justificou que a medida visa proporcionar mais tempo e flexibilidade para que os clientes encontrem o dispositivo ideal para suas necessidades, mantendo seus sistemas protegidos durante o processo de transição.
Microsoft
Barreiras técnicas do Windows 11 e o mercado heterogêneo
Com o encerramento do suporte regulado do Windows 10 ocorrido em outubro de 2025, a adesão ao ESU tornou-se o único caminho para receber correções de segurança essenciais. O adiamento do prazo atende a uma demanda urgente do mercado. A migração para o Windows 11 exige não apenas processadores mais avançados, mas também o chip de segurança TPM (Trusted Platform Module) físico ou via emulação de software.
Diferente da Apple, que controla todo o ecossistema de hardware e atualiza seus sistemas anualmente, a Microsoft precisa lidar com uma base de hardware extremamente variada. Uma grande parcela dos usuários permaneceu no Windows 10 devido a essas exigências rígidas de compatibilidade, enquanto outros adquiriram recentemente computadores usados que não suportam o sistema mais recente.
Cenário econômico e alta no preço dos computadores
O momento econômico atual reforça a necessidade do adiamento. Os preços de notebooks e computadores de mesa enfrentam alta global motivada pela forte demanda de componentes por centros de dados e sistemas de inteligência artificial. Essa concorrência consome recursos de fabricação antes destinados a memórias e armazenamento para o consumidor final, gerando reajustes recentes no mercado, inclusive pela Apple.
Diante desse contexto de inflação no setor de eletrônicos, que deve se estender pelo próximo ano, a compra de novos dispositivos torna-se inviável para muitos consumidores no momento.
Como manter o Windows 10 seguro
Para os usuários que pretendem continuar no Windows 10 e ainda não se inscreveram no programa de suporte estendido, o procedimento permanece direto. É necessário que o sistema esteja atualizado na versão 22H2 e vinculado a uma conta Microsoft ativa. O acesso ao registro está disponível através do link no próprio painel do Windows Update.
Para quem tem orçamento disponível, especialistas indicam considerar a substituição antecipada, visto que as oscilações de preço ainda não atingiram o topo e novas opções de notebooks de entrada surgem como alternativas acessíveis no mercado.
O MacBook Pro e o MacBook Neo sofreram aumentos de preço.
Aryan Surendranath/CNET
A Apple reajustou os preços de sua linha de produtos na loja oficial Certified Refurbished nos Estados Unidos nesta terça-feira, 25 de junho, encarecendo Macs e iPads recondicionados em até 15% devido à escassez de componentes de memória provocada pela expansão da infraestrutura de inteligência artificial.
A divisão de itens recondicionados da marca era vista como uma opção acessível para consumidores que hesitavam diante dos valores de aparelhos novos, mas não ficou imune aos reajustes gerais da fabricante. Na semana passada, o CEO da Apple, Tim Cook, alertou que aumentos de preços ocorreriam em razão do direcionamento de componentes de memória para projetos de IA.
Impacto de até 15% nos aparelhos recondicionados
O estoque da loja de recondicionados da Apple oscila com frequência. No entanto, a comparação entre as ofertas listadas em 25 de junho e os registros arquivados no Wayback Machine do dia 14 de junho revela altas que variam de 6% a 15%.
Quais modelos de Mac ficaram mais caros?
Um MacBook Air de 15 polegadas com chip M4, 16 GB de memória e 256 GB de armazenamento custava US$ 929 em 14 de junho. O mesmo modelo passou a ser anunciado por US$ 1.019, o que representa um aumento de US$ 90 (o valor original de lançamento era US$ 1.199).
Já o MacBook Pro de 14 polegadas com chip M5, 16 GB de memória e 512 GB de armazenamento, vendido por US$ 1.359 em 14 de junho, subiu para US$ 1.439 — um acréscimo de US$ 80. O preço original do aparelho lacrado era US$ 1.599.
Embora reajustes inferiores a US$ 100 pareçam contidos, tratam-se de máquinas com processadores e memórias previamente fabricados. Na teoria, a Apple não estaria adquirindo componentes novos para esses itens. Contudo, como não há transparência detalhada sobre o processo de restauração individual, existe a possibilidade de que unidades tenham recebido novas placas lógicas, telas ou estruturas externas.
A loja Certified Refurbished da Apple pode oferecer bons negócios em equipamentos recondicionados, mas também passou por reajustes.
Apple/Captura de tela por Jeff Carlson/CNET
Os modelos de desktop registraram aumentos mais severos. O iMac de 24 polegadas com chip M4 (16 GB de memória e 256 GB de armazenamento) custava US$ 1.099 em 14 de junho e subiu para US$ 1.269, registrando uma diferença de US$ 170.
Reajustes atingem iPads e outros dispositivos
A alta de preços não se restringiu à linha de computadores. O iPad Pro de 13 polegadas com chip M4 (versão Wi-Fi de 256 GB) era comercializado por US$ 1.019 em 14 de junho e encareceu US$ 150, atingindo o patamar de US$ 1.169.
Configurações novas da Apple TV e do HomePod também sofreram reajustes, mas até o dia 25 de junho a Apple não mantinha unidades recondicionadas desses modelos em estoque.
Varejistas parceiros ainda mantêm preços antigos
As alterações descritas afetam diretamente a loja Certified Refurbished própria da empresa. Em uma verificação preliminar, os aumentos ainda não foram repassados a varejistas parceiros que comercializam produtos Apple seminovos, como a Best Buy. Essas plataformas mantêm estoques de gerações anteriores com preços sem reajuste.
Além disso, as ofertas do evento Prime Day da Amazon também não incorporaram as novas tabelas da Apple até o momento. Um representante da fabricante foi procurado para comentar o reajuste, mas não respondeu imediatamente.